No delivery, o produto que o cliente vê no vídeo e o que chega na casa dele são quase dois produtos diferentes. Toda a estratégia de conteúdo é reduzir essa distância, porque a avaliação de uma estrela nasce exatamente aí.

Filmar o que vai chegar

A tentação é filmar o prato recém-montado na cozinha, com vapor e luz lateral. O honesto e o eficaz é gravá-lo como sai da mochila: na embalagem, aberto na mesa do cliente. Vende menos no primeiro segundo e devolve muito menos reclamação.

A hora da gravação decide a campanha

Um vídeo de comida publicado às onze da manhã ou às sete da noite captura a decisão antes de ela ser tomada. Às quatro da tarde não há fome nem pedido. Na Espanha, com almoço tarde e jantar mais tarde ainda, a janela útil se desloca em relação a outros mercados e precisa de ajuste.

Embalagem, temperatura e transporte

O conteúdo que melhor funciona nessa categoria não é o mais apetitoso, é o que resolve a dúvida do transporte: o molho à parte, a tampa que não abre, a pizza que continua crocante. Mostrar isso é mostrar competência, e competência se paga.

Cozinhas ocultas e confiança

Uma marca sem loja visível carrega um problema de confiança. Mostrar a cozinha, com as pessoas que cozinham e o nome delas, transforma uma marca invisível em negócio real. É o vídeo que mais importa e o que mais se adia.

Criador local, não genérico

Nessa categoria o criador precisa ser da cidade atendida. Os cenários reconhecíveis, o nome do bairro e a referência local fazem mais pelo pedido que a qualidade de imagem. Um vídeo lindo gravado a mil quilômetros não vende um menu de almoço em Valência.

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Perguntas frequentes

Gravo na cozinha ou na mesa?

Na mesa, como chega.

Que horas publico?

Antes das refeições, não no meio da tarde.

Que dúvida o vídeo resolve melhor?

O transporte e a embalagem.

O criador precisa ser local?

Precisa, é determinante no delivery.