A maioria dos conflitos entre um criador e uma marca vem de algo que ninguém escreveu. Seis cláusulas cobrem quase tudo, e um acordo curto por escrito numa conversa basta.

O que está sendo entregue

Quantidade de vídeos, duração, orientação, formato de arquivo, resolução, se o material bruto está incluído e quantas revisões estão cobertas. A ambiguidade aqui é como um vídeo vira três pelo mesmo preço.

O que a marca pode fazer com isso

Onde pode ser publicado, por quanto tempo e se a publicidade paga está incluída. Uso orgânico nos canais da marca e uma campanha paga de seis meses são produtos diferentes, e o silêncio costuma ser resolvido a favor da marca.

A cláusula sobre o seu rosto

A sua imagem e a sua voz são direitos de personalidade distintos do arquivo. Combine explicitamente se a marca pode usar material seu em outras campanhas, em perpetuidade, ou em contextos que você não viu. É a cláusula que os criadores mais esquecem e mais lamentam.

Quando e como você recebe

Valor, moeda, adiantamento, prazo de pagamento e o que acontece se ele vencer. Cinquenta por cento adiantado num primeiro projeto com cliente novo é normal no Canadá e quase ninguém recusa.

A exclusividade, se houver

Se ela impede você de trabalhar com concorrentes, quais e por quanto tempo. Exclusividade tem valor real e deve ser paga em vez de cedida numa frase que ninguém precificou.

Quem fica com o quê se o acordo acabar

Se a marca cancela depois da filmagem, ela leva o material e você fica com o adiantamento. Decidir isso antes de acontecer leva uma linha e evita o tipo de discussão mais amargo.

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Perguntas frequentes

Precisa ser um contrato formal?

Não, uma conversa escrita normalmente basta.

O que os criadores mais esquecem?

A cláusula sobre o uso da imagem deles.

Adiantamento é normal?

É, cinquenta por cento num primeiro projeto.

A exclusividade deve ser de graça?

Não, tem valor real e deve ser paga.