A lei canadense julga um anúncio pela impressão geral que ele cria, e não só pelo fato de cada frase individual ser tecnicamente verdadeira. Só esse princípio é onde o vídeo de criador mais escorrega.

A impressão geral é o teste

Um vídeo pode conter apenas afirmações literalmente exatas e ainda assim ser uma representação enganosa se a impressão de conjunto que deixa for falsa. As autoridades e os tribunais olham o que um espectador comum leva embora, não o que um leitor atento conseguiria destrinchar.

Onde o vídeo de criador cria exposição

O entusiasmo improvisado. Um criador que diz que o produto limpou a pele dele, dobrou a bateria ou economizou dinheiro está fazendo uma representação pela qual a marca é responsável, tendo ela escrito ou não essas palavras.

A marca responde pelo que o criador diz

Ceder a liberdade criativa não cede a responsabilidade. Se um vídeo é encomendado e publicado por uma marca, as alegações nele são da marca. É esse o motivo para fornecer uma redação aprovada em vez de torcer.

Revise o corte final, não só o briefing

Um briefing que proíbe uma alegação não vale nada se ninguém assistir ao vídeo entregue antes de ele ir ao ar. Coloque uma etapa de revisão no processo, e faça dela o trabalho real de alguém e não uma etapa que todos supõem que outro fez.

O que fazer no lugar

Deixe o criador descrever a própria experiência com as palavras dele e mantenha as afirmações comparativas ou mensuráveis no texto fornecido pela marca. Experiência é subjetiva e defensável; medição é uma alegação que precisa ser sustentada. Isto é informação geral e não aconselhamento jurídico, e tudo que encosta na linha merece dez minutos de um advogado.

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Perguntas frequentes

Qual é o teste legal?

A impressão geral num espectador comum.

Quem responde por uma alegação do criador?

A marca que encomendou e publicou.

A liberdade criativa transfere responsabilidade?

Não.

Qual é o registro seguro?

A experiência vivida, não a medição.