Gijón e a região asturiana oferecem algo que quase nenhum mercado espanhol dá a um criador: fábricas que deixam entrar. Indústria, porto e uma identidade alimentar muito marcada fazem com que ali o conteúdo de processo valha mais que o conteúdo de estúdio.

Quem contrata ali

  • Indústria e metalurgia, sobretudo para recrutar pessoal técnico, que é o problema real delas.
  • Alimentação asturiana: sidra, queijos, conservas, com distribuição nacional e forte carga de origem.
  • Hotelaria e turismo interior, com temporada da primavera ao outono.
  • Empresas do porto e da logística.

Por que o conteúdo de processo funciona tanto

Nas Astúrias as pessoas compram origem. Um vídeo que mostra como algo é feito, quem faz e desde quando vende mais que qualquer plano de produto em fundo branco. E é conteúdo que um concorrente não consegue copiar, porque não tem aquela fábrica.

O recrutamento como porta de entrada

As empresas industriais da região não competem por clientes, competem por operadores e técnicos. Um vídeo em que um trabalhador mostra o turno dele resolve um problema que elas arrastam há anos, e é a venda mais fácil que você vai fazer nessa cidade. Também paga bem, porque uma vaga não preenchida custa caro.

A restrição do clima

Chove muito e a luz muda rápido. Trabalhe pensando em interiores e janelas, e guarde os externos para quando o dia permitir. As gravações de fábrica, aliás, são quase sempre internas.

Como começar

Escreva para uma empresa industrial oferecendo um vídeo de recrutamento, não um vídeo de produto. É do que elas precisam e o que quase ninguém propõe.

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Perguntas frequentes

Que conteúdo funciona mais ali?

O de processo e o de recrutamento.

A indústria compra vídeo?

Sim, sobretudo para preencher vagas.

E o clima?

Trabalhe em interiores, onde está a indústria.

Por onde começar?

Por um vídeo de recrutamento industrial.