Tarragona tem quatro economias a menos de uma hora umas das outras: o polo químico, o porto, o vinho do interior e a costa turística. Cada uma compra vídeo por razões diferentes, e essa variedade é o que torna viável viver ali sem depender da temporada.

Quem contrata ali

Quem compraO que encomenda
Indústria química e fornecedoresCom necessidades de segurança, formação interna e recrutamento.
Porto e logísticaQue compram conteúdo corporativo e de processo.
Vinícolas do interiorCom visitas, enoturismo e venda direta.
Hotelaria e hospedagem de costaCom temporada concentrada.

A conta que ninguém persegue

A química. É um setor com orçamento, com obrigação de comunicar segurança e com um problema sério para atrair perfis técnicos. Ninguém oferece vídeo de criador porque parece pouco atraente, e justamente por isso paga bem. Ali o que se grava não é o produto, é o procedimento, a formação e as pessoas.

O vinho, a conta gratificante

As vinícolas da região vendem experiência além da garrafa. Um vídeo que mostra o percurso da visita, quem recebe e o que se degusta vende reservas, e reservas se medem. Atenção às regras: o álcool tem restrições de comunicação, e convém tê-las escritas no briefing antes de gravar.

A costa e o calendário dela

As decisões de temporada são tomadas entre janeiro e abril. Gravar em setembro, quando a costa ainda está bonita e os valores de todo mundo caem, é a jogada mais rentável do ano.

Como começar

Escreva para uma vinícola e para uma empresa industrial na mesma semana. São os dois extremos do mercado e te dão duas referências que não se parecem em nada, que é exatamente o que se precisa numa província tão variada.

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Perguntas frequentes

Que setor paga melhor ali?

A indústria química, e quase ninguém cobre.

O que as vinícolas compram?

Conteúdo que vende visitas e reservas.

Quando o turismo decide?

Entre janeiro e abril.

Quando gravar a costa?

Em setembro, com preço melhor.