Em infância e família, o conteúdo de criador supera qualquer produção, por uma razão simples: um pai acredita em outro pai e não acredita num anúncio.

As regras antes do briefing

Gravar com menores exige cuidados inegociáveis. O consentimento dos pais é recolhido por escrito, e cobre o uso publicitário, não só a gravação. Muitas marcas preferem formatos em que a criança não é identificável, mãos, ombros, detalhes, e na Itália essa escolha vem se espalhando. É também prática: reduz pedidos de remoção anos depois.

O que o vídeo precisa mostrar

  • A montagem ou o preparo, com os tempos reais.
  • A segurança: fechos, materiais, certificações visíveis.
  • A limpeza: lava, vai na máquina, aguenta.
  • O tempo de uso: de que idade a que idade serve de verdade.
  • O espaço que ocupa em casa, porque o espaço é sempre a restrição.

O tom que vende

De mãe para mãe, sem perfeição. Uma cozinha bagunçada, uma criança reclamando, uma frase como "no primeiro dia ele não quis" constroem mais confiança que qualquer imagem impecável. Perfeição nessa categoria sinaliza publicidade, e publicidade voltada à infância é olhada com desconfiança.

O que não prometer

Nada que toque a saúde, o sono ou o desenvolvimento da criança. São terrenos regulados e delicados, e uma promessa mal formulada custa mais que a campanha inteira.

O que comprar para um teste

Três criadores com crianças de idades diferentes, seis variantes. A idade da criança no vídeo decide se o pai se reconhece, e é o primeiro filtro que ele aplica.

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Perguntas frequentes

Precisa de consentimento escrito?

Sim, e precisa cobrir o uso publicitário.

O rosto da criança é necessário?

Não, muitos formatos funcionam sem.

Que tom usar?

De mãe para mãe, sem perfeição.

O que não se pode prometer?

Efeitos sobre saúde, sono ou desenvolvimento.