Um briefing não é um roteiro. Ele diz ao criador o que precisa ser verdade sobre o vídeo pronto e depois sai do caminho. Briefings que especificam cada frase produzem vídeos que soam exatamente como publicidade, que é justamente o que o UGC deveria evitar.

Que caiba em uma página

O produto, a dúvida única que o vídeo deve resolver, a plataforma, a duração, o formato de entrega e o prazo. Se um briefing passa de uma página, ou está especificando demais ou está escondendo uma decisão que a marca ainda não tomou.

Nomeie a única coisa que o vídeo deve mostrar

Não cinco recursos. Um. O vídeo dura trinta segundos e consegue provar bem exatamente uma coisa. Decidir qual é trabalho da marca, e é a parte que a maioria dos briefings pula.

Escreva as restrições, não as palavras

Diga que o produto precisa aparecer nos três primeiros segundos, que a embalagem precisa estar legível, que um concorrente não pode aparecer em quadro. Não escreva os diálogos, porque um criador lendo as suas frases soa como alguém lendo frases.

Coloque os textos legais à parte

Qualquer afirmação que precise aparecer palavra por palavra vai na própria seção, marcada como não negociável. Todo o resto o criador pode dizer com a voz dele. Misturar as duas coisas é como as marcas acabam com um vídeo rígido e um problema de conformidade ao mesmo tempo.

Diga o que acontece com as revisões

Quantas estão incluídas, o que conta como revisão e não como vídeo novo, e em quanto tempo você vai mandar comentários. A maioria das brigas nesse ofício vem de uma suposição não dita sobre revisões e não do trabalho em si.

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Perguntas frequentes

Qual o tamanho de um briefing?

Uma página, não mais.

Quantas coisas um vídeo prova?

Uma, bem feita.

O briefing deve trazer diálogos?

Não, só restrições e textos exigidos.

O que esclarecer sobre revisões?

Quantas, o que conta e o prazo de retorno.