O vídeo gerado ficou genuinamente útil para algumas coisas e segue inútil para aquilo que o UGC existe para fazer. Saber de que lado dessa linha cai uma tarefa poupa dinheiro e constrangimento.

Onde o vídeo gerado funciona

Fundos, movimento abstrato, renders de produto, explicações animadas e preenchimento entre tomadas reais. Tudo aquilo em que não se pede a ninguém que acredite numa pessoa. Nesses usos é mais rápido e barato que filmar, e não há razão para não usar.

Onde ele falha

No momento em que o ponto do vídeo é que uma pessoa real testou o produto. O UGC funciona sobre a crença do espectador de que alguém usou de verdade, e um rosto gerado não sustenta essa crença. Quando se percebe, custa mais confiança do que o vídeo chegou a ganhar.

A transparência está virando norma

As plataformas exigem cada vez mais que material sintético seja rotulado, e as regras de proteção ao consumidor contra publicidade enganosa valem independentemente de como o material foi feito. Um depoimento gerado apresentado como real é uma afirmação enganosa, não um atalho de produção.

O meio-termo prático

Use material gerado para as partes em que ninguém precisa acreditar, e criadores reais para as partes que sustentam o argumento. A maioria das marcas acaba com os dois na mesma campanha, e isso está certo desde que a fronteira seja deliberada.

O ângulo do público mexicano

O espectador mexicano detecta tão bem quanto qualquer um um anúncio que soa sintético, e esse mercado se move muito por boca a boca e indicação pessoal. Isso torna a credibilidade algo mais caro de perder ali do que o que se economiza gerando-a.

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Perguntas frequentes

Para que serve o vídeo com IA?

Fundos, renders e movimento abstrato.

Onde ele falha?

Onde é preciso acreditar numa pessoa real.

Precisa ser rotulado?

Cada vez mais, e o engano é regulado.

Qual é a divisão sensata?

Gerado para preenchimento, real para o argumento.