Um mercado pequeno de produtos do mar, turismo e tecnologias marinhas, com tão pouca oferta local que estar presente já faz o essencial do trabalho.

Vender a quem nunca comprou

Seis pontos a explicar antes do preço.

O que vai ser entregue, formato a formato.

O tempo que lhes vai exigir.

Quem tem de estar presente na rodagem.

O prazo entre a rodagem e a entrega.

O que têm direito a fazer com o vídeo.

E a forma como pagam.

Produtos do mar, turismo e tecnologias marinhas

Seis categorias de clientes.

As pescas e unidades de transformação.

Os exportadores e distribuidores.

Os alojamentos e restaurantes.

Os operadores de excursões.

As empresas de tecnologias marinhas.

E os organismos de formação e investigação.

O que encomendam

Seis formatos frequentes.

Uma ficha de produto filmada para exportação.

Um vídeo de fabrico ou de transformação.

Uma apresentação de alojamento ou de atividade.

Um conteúdo de recrutamento sazonal.

Um registo de instalação técnica.

E uma série de formatos curtos.

A época é brutalmente curta

Seis consequências de organização.

Um calendário de prospeção deslocado para o inverno.

Uma capacidade de produção concentrada no verão.

Faixas a bloquear cedo.

Um preço de época alta assumido.

Meses fracos a preencher com outros clientes.

E uma reserva de tesouraria para o inverno.

O tempo é uma cláusula de contrato

Seis linhas a escrever.

Os casos em que uma sessão é adiada.

O número de adiamentos incluídos no preço.

O que se fatura para além disso.

O prazo de aviso de ambas as partes.

O plano de recurso no interior previsto.

E o efeito do adiamento na data de entrega.

Trabalhar para clientes de fora

Seis argumentos que pegam.

Cenários marítimos que não existem noutro lado.

Um custo de produção mais baixo do que numa grande cidade.

Uma disponibilidade rápida.

Uma entrega em linha.

A capacidade de receber um produto enviado.

E um preço firme anunciado desde a primeira troca.

O que combinar com um cliente distante

Seis pontos.

Quem suporta os custos de envio do produto.

A data prevista de receção.

O ponto de partida do prazo de entrega.

O número de adiamentos por causa do tempo incluídos.

A duração e o território dos direitos.

E o fuso horário de referência.

O que encomenda uma cidade portuária do leste

O compradorA sua encomenda tipoA sua época
Um produtor de mariscoO desembarque e o pratoA época de pesca
Um estabelecimento de ensinoTestemunhos de estudantesOs inícios de ano letivo
Um comércio da frente portuáriaO ambiente do lugarO verão

O que o porto muda na filmagem

O vento e o ruído das máquinas. Um plano à beira do cais filma-se com um microfone protegido e a voz gravada à parte, senão a fala fica inutilizável mesmo com boa imagem.

O que se prepara antes de uma encomenda alimentar

As menções de origem e de frescura vêm do cliente, nunca do criador. Uma frase inventada sobre a proveniência compromete a marca e corrige-se mal depois de o vídeo estar difundido.

O que a plataforma traz

Na UGC MATCH, a inscrição é gratuita e sem assinatura: fica visível por categoria, língua e país, e a encomenda guarda o rasto do briefing e da entrega. A marca paga na encomenda, os fundos não são libertados de imediato, e o pagamento sai na validação. A plataforma retém 10% do preço do lado do criador, que fica com 90%, e cobra à marca uma taxa de serviço de 6%, com um mínimo de 1,50 EUR.

Uma última referência: aqui o seu mês mais importante não é julho, é fevereiro. É aí que se joga tudo o que vai filmar no verão seguinte.