Windsor fica em frente a Detroit do outro lado de um rio e é em muitos sentidos a cidade mais americana do Canadá. Para um criador isso significa que o trabalho transfronteiriço não é uma ambição, é o normal local.

Duas moedas, dois mercados, um só trajeto

Detroit fica a minutos pela ponte ou pelo túnel, e a economia automotiva dos dois lados é profundamente entrelaçada. Um criador dali pode cotar em dólares americanos para clientes americanos e em dólares canadenses para clientes canadenses, e os dois são locais.

A automotiva é a âncora e os fornecedores dela são o volume

Montagem, ferramentaria, autopeças e a enorme cadeia de fornecedores em volta. Essas empresas precisam de vídeo de recrutamento, de segurança, de apresentação a fornecedores e de feira, e compram de fornecedores por rotina e não por exceção.

Diga a moeda, sempre

A briga de pagamento mais comum numa cidade de fronteira vem de um orçamento que nunca nomeou a moeda. Escreva no orçamento, na fatura e na conversa, porque a diferença é dinheiro real e ninguém gosta de descobrir isso depois de entregar.

A estética é industrial e americana

Pontes, fábricas, tijolo, água e uma silhueta urbana que não é canadense. As marcas que querem material norte-americano e não especificamente canadense conseguem ali sem sair do país, o que tem vantagens práticas reais para um cliente canadense.

Inglês, com obrigação de francês para alguns clientes

A língua de trabalho é o inglês. Os clientes federais e qualquer empresa que venda para o Quebec vão precisar de francês, e as automotivas com matriz no exterior muitas vezes precisam também num terceiro idioma.

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Perguntas frequentes

O que distingue Windsor?

Detroit fica a minutos.

O que ancora a economia?

A automotiva e sua cadeia de fornecedores.

O que causa brigas de pagamento?

Orçamentos que não nomearam a moeda.

O que a estética local oferece?

Material industrial que soa norte-americano.