Tandil é uma cidade pequena com uma mistura de clientes que cidades três vezes maiores não têm: um polo real de software, marcas de alimentos artesanais conhecidas em todo o país e turismo de fim de semana durante quase o ano todo.
O software paga e não filma
Há empresas de tecnologia com clientes no exterior que precisam mostrar produto, equipe e cultura de trabalho. É um cliente que entende o valor do conteúdo, paga em dólares ou pelo menos com lógica de dólar, e quase nunca encontra alguém local que produza.
Os alimentos artesanais se vendem sozinhos na câmera
Queijos, embutidos, doces e cerveja são a marca da cidade. São produtos fotogênicos, com processo visível, que vendem por envio para todo o país e precisam de conteúdo novo o tempo todo porque o canal principal são as redes. É a carteira base ideal.
O turismo tem picos claros
Feriados prolongados, férias de inverno e Semana Santa, que em Tandil tem peso particular. Hospedagens, chalés e restaurantes decidem a comunicação de quatro a seis semanas antes de cada pico. É aí que se prospecta, não durante.
Uma cidade pequena exige recorrência
Com a quantidade de empresas que existe, a estratégia não é conseguir muitos clientes novos e sim que os que você tem comprem todo mês. Pacote mensal com calendário, não vídeo avulso. E cuide da relação, porque numa cidade desse tamanho a reputação circula rápido.
Buenos Aires está perto, mas não viva disso
A proximidade com a capital permite pegar trabalhos lá, mas também faz muitas empresas locais terem agências portenhas. Sua vantagem não é competir com elas por preço, é estar aqui quando é preciso filmar o processo, a planta ou o fim de semana.
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Perguntas frequentes
Que cliente surpreende em Tandil?
As empresas de software.
Qual é a carteira base?
Os alimentos artesanais locais.
Quando prospecto o turismo?
De quatro a seis semanas antes de cada pico.
Como se sustenta um mercado pequeno?
Com pacotes mensais, não vídeos avulsos.



