O formato resposta a objeção começa pela dúvida do cliente, não pelo produto. É o menos produzido e o mais repetido pelas marcas, porque é o único cujo efeito aparece diretamente na taxa de devolução.

A primeira frase é a pergunta do cliente

Literal, com as palavras que as pessoas digitam: "e se ficar pequeno?", "isso desbota?", "quanto tempo demora de verdade?". O espectador com essa dúvida fica na hora, porque sente que o vídeo está falando com ele e não com todo mundo.

Responder mostrando

Depois da pergunta vem a prova, não a explicação. Se a dúvida é tamanho, aparece a etiqueta, a medida e um corpo real. Se é desgaste, aparece a peça depois de seis meses de uso. Uma resposta falada sem imagem não fecha nada.

De onde saem as objeções

Peça para a marca: comentários, emails de suporte e motivos de devolução. Se ela não passar, leia você mesmo nas avaliações da página e embaixo das publicações. Chegar a uma proposta com três objeções reais identificadas te separa de todos os criadores que mandam mensagem genérica.

Não maquiar o problema

Se o frete leva cinco dias, o vídeo diz cinco dias. Fingir que chega antes gera devolução, avaliação ruim e uma marca que não contrata de novo. A objeção se desarma com um dado concreto, não com otimismo.

Por que se cobra mais

Esse formato economiza dinheiro mensurável para a marca, então pode ser orçado acima de um unboxing. Apresente assim na proposta: você não vende um vídeo, vende menos consultas repetidas e menos devoluções.

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Perguntas frequentes

Como o vídeo começa?

Com a pergunta literal do cliente.

Onde acho as objeções?

Em avaliações, comentários e no suporte da marca.

E se a objeção for verdadeira?

Diga o dado real, sem enfeitar.

Dá para cobrar mais?

Dá, porque reduz devoluções.