A pergunta certa não é qual dos dois é mais eficaz, e sim qual pergunta do cliente fica sem resposta. Foto e vídeo respondem a perguntas diferentes, e a categoria decide qual pesa mais.

O que a foto faz bem

  • Mostra a forma, a cor, o detalhe do material.
  • É lida em meio segundo, sem som e sem atenção.
  • Serve ao catálogo, aos marketplaces, à vitrine.
  • Custa menos por peça e se atualiza com facilidade.

O que o vídeo faz bem

  • Mostra o tamanho real, o movimento, o funcionamento.
  • Responde a "como se usa" e a "o que acontece quando eu abro".
  • Dá uma voz e um rosto, portanto produz confiança.
  • Funciona em publicidade, onde a foto já rende pouco.

Qual pesa mais, por categoria

  • Moda e calçado: vídeo, por caimento e movimento. Só foto alimenta devoluções.
  • Joias e objetos pequenos: foto, pelo detalhe, com um vídeo curto para a escala.
  • Eletrodomésticos e ferramentas: vídeo, porque a pergunta é sempre como funciona.
  • Alimentação: vídeo, porque som e textura vendem mais que imagem parada.
  • Mobiliário: ambos, foto para o estilo, vídeo para o volume real.
  • Cosmética: vídeo, por textura e aplicação.

Como dividir um orçamento pequeno

Não pela metade. As fotos cobrem o catálogo e continuam valendo por muito tempo, então se fazem uma vez e bem. O vídeo se compra em série porque se desgasta, sobretudo em mídia paga. Uma proporção praticável para uma loja italiana é uma sessão de fotos por ano e um fluxo contínuo de vídeo de criadores.

O sinal de que falta vídeo

Se o atendimento recebe sempre as mesmas perguntas sobre tamanho, montagem ou conteúdo da caixa, essas perguntas são um briefing de vídeo já escrito.

Para continuar lendo

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Perguntas frequentes

O que converte mais?

Depende da categoria, o vídeo na maioria delas.

Ainda precisa de foto?

Sim, para catálogo, marketplaces e detalhe.

Como dividir o orçamento?

Foto uma vez por ano, vídeo em fluxo contínuo.

Como saber o que falta?

Pelas perguntas repetidas ao atendimento.