Há duas formas de contratar um criador na Argentina: passar por um marketplace ou procurá-lo e escrever. A diferença real de custo não está no valor, está no tempo e no risco do pagamento.

O que o contato direto custa

Procurar perfis, checá-los, escrever, esperar, negociar, esclarecer direitos, coordenar o pagamento e conferir a fatura. Para uma primeira campanha com três criadores, são facilmente dois dias inteiros de alguém do time.

Onde está o risco quando o pagamento cruza a fronteira

Se a marca está no exterior e o criador aqui, ou o contrário, aparecem três perguntas que não existem numa contratação local: por qual meio se paga, quem absorve as taxas e em quantos dias o dinheiro chega. Quando isso não está escrito, um trabalho entregue no prazo termina numa discussão de duas semanas, e a avaliação é escrita por alguém irritado.

Um marketplace resolve essa parte porque o fluxo de pagamento já está definido e fica registro do que foi combinado. Não é mágica contábil, é que ninguém precisa inventar o procedimento na hora.

O outro risco, o do direto

Pagar adiantado a alguém que você não conhece, ou receber a entrega sem acordo escrito de direitos. A maioria dos problemas que se contam nesse mercado nasce ali.

Qual usar na primeira campanha

O marketplace. A primeira campanha serve para saber qual mensagem funciona, não para otimizar o custo unitário. Reduzir variáveis vale mais que economizar uma comissão.

Quando passar para o direto

Depois de dois ou três trabalhos com a mesma pessoa, quando o circuito de pagamento já está testado e não sobra nada para negociar.

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Perguntas frequentes

O que custa mais?

O direto, em tempo interno.

Qual o risco do pagamento internacional?

Que o meio e as taxas não estejam escritos.

O que pedir nos dois casos?

Uma amostra não publicada e os direitos por escrito.

Quando passar para o direto?

Depois de dois ou três trabalhos com a mesma pessoa.