A maioria das candidaturas a briefings não é lida até o fim. Não porque o criador não sirva, mas porque a candidatura fala dele em vez de falar do briefing.
Por que são ignoradas
Uma marca que publica um briefing recebe dezenas de respostas em dois dias e lê a primeira linha de cada uma. Se começa com "Oi, sou criadora de conteúdo e adoro", passa para a seguinte. Se começa com "Gravei três produtos dessa categoria, este é o mais parecido", ela para.
A candidatura em quatro linhas
- A prova de pertinência. Uma frase ligando sua experiência à categoria do briefing.
- O link para a amostra mais próxima. Uma só.
- O que você entrega e para quando, com data concreta.
- O preço ou a faixa, em dólares, e se você cabe no orçamento informado.
Nada mais é preciso. O perfil faz o resto.
Quais briefings pular
- Os que não informam orçamento nem respondem perguntas.
- Os que pedem direitos publicitários ilimitados a preço base.
- Os que pedem vídeo de teste grátis.
- Os de uma categoria que nada tem a ver com você.
A vantagem que quase ninguém usa
Se o briefing está em inglês, responda em inglês. Parece óbvio, e ainda assim a maioria responde em espanhol, o que obriga o cliente a traduzir e a duvidar se trabalhar com você será tranquilo. Responder no idioma do briefing é grátis e muda a taxa de resposta.
O número que conta
Cinco candidaturas direcionadas por semana valem mais que trinta genéricas. As genéricas não convertem e ainda te acostumam a escrever mensagens que não convertem.
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Perguntas frequentes
Qual o tamanho?
Quatro linhas.
Em que idioma responder?
No idioma do briefing.
Informo preço?
Sim, em dólares ou confirmando a faixa.
Quantas por semana?
Cinco direcionadas.



