Medir o retorno do UGC é mais difícil do que os painéis sugerem, porque o mesmo vídeo age em vários lugares ao mesmo tempo: nos anúncios, na página de produto e nos emails. A atribuição o joga em um canal e erra quase sempre.

Os três números que realmente contam

  1. O custo por aquisição da campanha que usa o vídeo, comparado à mesma campanha antes. Comparação imperfeita, mas legível.
  2. A taxa de conversão da página de produto com e sem vídeo, medida por pelo menos duas semanas de cada lado.
  3. O faturamento total contra o investimento total em mídia do mês. Esse número não depende de nenhum modelo de atribuição.

Por que a atribuição mente

Alguém vê o vídeo no TikTok, busca a marca no Google dois dias depois e compra. O painel dá a venda à busca. Não é erro técnico, é o limite do modelo. Por isso a comparação antes e depois num período inteiro é mais confiável que a divisão por canal.

O teste mais simples que funciona

Mova uma única variável. Duas semanas com o criativo antigo, duas com o novo, mesmo orçamento, mesma oferta, mesmo público. A diferença de custo por aquisição é o seu dado, e é mais sólido que qualquer modelo.

O custo que ninguém conta

O tempo interno. Briefing, aprovações, revisões e upload custam mais que o vídeo em muitas empresas espanholas. Remover uma rodada de aprovação melhora o retorno mais que negociar desconto com o criador.

Como saber se um vídeo funciona

Não pelos comentários. Um conteúdo publicitário eficaz costuma ter engajamento mediano e vendas boas, porque não é feito para agradar e sim para convencer.

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Perguntas frequentes

Qual métrica olhar primeiro?

O custo por aquisição, antes e depois.

Curtidas contam?

Não, não se correlacionam com vendas.

Quanto dura um teste válido?

Duas semanas por variante.

Qual número é o mais honesto?

Faturamento total contra investimento total em mídia.