Agosto na Espanha esvazia os escritórios, não os celulares. A crença de que no verão não se vende vem de as marcas pararem de comunicar, não de as pessoas pararem de comprar. Quem mantém presença encontra menos concorrência e custo por resultado mais baixo.

O consumo se desloca, não desaparece

Muda o quê e o quando: mais compras pelo celular, mais à noite, mais impulsivas e mais ligadas ao lazer. Os mesmos produtos vendem com outro ângulo. Um creme deixa de ser rotina e passa a ser o que cabe na mala.

Gravar em junho para cobrir agosto

Os criadores também saem de férias, e em agosto a disponibilidade cai. Produzir em junho permite programar o mês inteiro sem depender de ninguém. É a campanha que melhor se presta a deixar carregada e esquecida, porque conteúdo de verão não exige atualidade.

Conteúdo externo com sentido

Praia, varanda, viagem, piscina. Precisa ser gravado no verão de verdade, porque exterior falso aparece. Mas também é preciso conteúdo interno com ar-condicionado, para as cidades do interior onde ninguém sai às três da tarde em agosto.

Os setores que ganham em agosto

Lazer, viagem, cuidado pessoal, hidratação, ventilação, mobilidade, restaurantes locais. E todo produto que resolve um problema de calor. Se a sua categoria não é de verão, agosto é o mês de conteúdo de marca e educação, que em nenhum outro momento cabe no calendário.

Voltar em 1 de setembro com material

O primeiro dia de setembro traz um pico enorme de atenção, com todo mundo retomando ao mesmo tempo. Chegar nesse dia com conteúdo novo gravado em julho é uma das melhores jogadas do ano e custa o mesmo que chegar no dia quinze.

Para continuar lendo

Encontre criadores para sua campanha →


Perguntas frequentes

Em agosto não se vende?

Vende sim, com menos concorrência.

Quando se grava o verão?

Em junho, para publicar programado.

Só exteriores?

Não, também interior com calor real.

E se meu setor não é de verão?

Conteúdo de marca e educação.