Um seguro se vende para algo que ninguém quer que aconteça. Isso o torna a categoria mais difícil de comunicar com vídeo, e também a que tem menos concorrência, porque quase ninguém encontra o ângulo certo.

O sinistro é o único conteúdo que funciona

Não a cobertura, não a letra miúda, não a comparação de planos. O que convence é alguém contando o que aconteceu, como abriu o pedido, quanto demorou e quanto recebeu. É a prova de que o seguro serve, e sem ela toda a comunicação é uma promessa abstrata.

O que não se pode afirmar

Valores de cobertura sem esclarecer condições, promessas de prazo de pagamento ou comparações com a concorrência sem respaldo. É uma categoria regulada e o criador não pode assessorar. Pode contar a experiência e remeter à informação oficial para o detalhe.

Explicar o processo, não o produto

A maioria das pessoas não sabe como se abre um sinistro, que documentação precisa nem quanto demora. Um vídeo que explique o passo a passo, com alguém real da equipe, resolve uma dúvida que trava a contratação e que nenhum concorrente está resolvendo.

Os momentos de compra

Um carro novo, uma mudança, uma viagem, um filho, o vencimento da apólice anterior. Ninguém procura seguro sem motivo. O conteúdo que aparece nesses momentos converte, e o institucional sem contexto não aparece em nenhum.

Quem deveria falar

Alguém que de fato contratou e usou o serviço. Um criador que só lê benefícios não acrescenta nada nessa categoria, porque o espectador já ouviu todas essas frases. A experiência concreta é a única coisa que não dá para fingir aqui.

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Perguntas frequentes

Que conteúdo funciona em seguros?

O relato de um sinistro real.

O criador pode assessorar?

Não, só contar a experiência dele.

Que dúvida trava a contratação?

Não saber como se abre um sinistro.

Quando se procura um seguro?

Em momentos concretos, não a qualquer hora.