Pais comprando para um bebê são o público mais cético do varejo, e com razão. Tudo nessa categoria é julgado primeiro por segurança, e um vídeo com o tom errado causa mais estrago que nenhum vídeo.

Segurança é o único assunto real

Tiras, fivelas, materiais, se peças pequenas se soltam, se atende à norma que a embalagem afirma. Um pai está procurando motivos para não comprar, e o vídeo que nomeia o risco e mostra como o produto lida com ele é o que ganha confiança.

Pais reais, casas reais, cansaço real

Escalar um influenciador impecável num quarto de bebê imaculado destrói a mensagem. O conteúdo de bebê mais eficaz é filmado por um pai visivelmente no meio da coisa, porque é nele que o comprador acredita.

Mostre o uso com uma só mão

Quase todo produto de bebê é usado segurando uma criança. Se um carrinho não dobra com uma mão, um pai vai descobrir e vai dizer em público. Filme a versão realista e deixe o produto ser realmente bom nisso.

Aqui as alegações são as mais reguladas

Declarações de saúde, desenvolvimento e segurança sobre produtos de bebê são estritamente reguladas, e um criador improvisando é um risco real para a marca. Entregue a redação aprovada e deixe que ele a diga com naturalidade em vez de ler.

A compra acontece antes do nascimento

Boa parte do gasto acontece nas semanas anteriores à chegada de um primeiro filho, quando os pais sabem menos e pesquisam mais. Conteúdo publicado nesse momento, respondendo dúvidas práticas em vez de vender aspiração, chega exatamente na hora certa.

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Perguntas frequentes

O que os pais julgam primeiro?

Segurança, antes de tudo.

Quem deve filmar?

Um pai real, não um influenciador polido.

Que tomada prática importa?

Usar o produto com uma só mão.

Quando acontece a compra?

Sobretudo antes do nascimento.