Calgary não parece um mercado de conteúdo até você olhar quem tem o orçamento. Energia, engenharia, logística e as empresas de serviços em volta gastam de verdade em comunicação, e quase nada disso vai para vídeo de criador porque ninguém oferece a elas.

O cliente é uma empresa, não uma marca de consumo

Essas companhias vendem a outras companhias. Não precisam de emoção, precisam mostrar capacidade, segurança e cumprimento de prazo. O vídeo que funciona explica um processo, apresenta uma equipe ou mostra uma obra concluída. Sem música, sem gancho, com dados concretos.

A segurança decide se você é contratado

Qualquer canteiro ou planta tem regras de acesso, equipamento de proteção obrigatório e áreas onde não se filma. Chegar sabendo disso, com a roupa correta e sem discutir, te torna contratável. A maioria dos criadores perde o trabalho ali, antes de tirar a câmera.

Orce a espera, não só a gravação

Uma gravação em campo envolve deslocamento, uma integração de segurança e às vezes uma espera longa até liberarem uma máquina. Se você orça só o vídeo, trabalha meio dia de graça. Coloque deslocamento, integração e coordenação como linhas separadas do orçamento.

Os clientes de consumo também existem

Gastronomia, fitness, serviços domésticos e um calendário de eventos de verão sustentam uma carteira mais leve entre trabalhos corporativos. Ticket mais baixo, mas compram o ano todo e evitam que você dependa do ciclo de investimento de um único setor.

O ciclo decide o ano

Quando os preços da energia estão firmes, os orçamentos abrem e os projetos são comunicados. Quando afrouxam, tudo trava. Saber em que ponto o setor está antes de prospectar explica o sim ou o não muito melhor que qualquer peça do seu portfólio.

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Perguntas frequentes

Quem contrata aqui?

Empresas industriais e de serviços mais que marcas.

O que me descarta na hora?

Não respeitar as regras de segurança do local.

O que esqueço ao orçar?

O deslocamento, a integração e a espera.

Por que me dizem não?

Muitas vezes pelo ciclo do setor.