Gastronomia regional, turismo e luz aproveitável grande parte do ano, num mercado onde quase ninguém se posiciona.
Quem compra vídeo aqui
Seis categorias de clientes.
Os produtores e transformadores alimentares.
Os restaurantes e comércios de comida.
Os alojamentos e operadores turísticos.
As marcas regionais e exportadores.
Os comércios do centro.
E os organismos culturais e de formação.
O que melhor se filma aqui
Seis temas que rendem.
Um produto alimentar regional.
Um gesto de fabrico ou de cozinha.
Um cenário arquitetónico reconhecível.
Uma cena de mercado.
Uma luz de fim de dia.
E um plano de beira-mar fora de época.
Tornar-se encontrável pelas marcas de fora
Sete ações concretas.
Nomear a cidade e a região no seu perfil.
Declarar as suas línguas com precisão.
Mostrar dois exemplos filmados aqui.
Indicar os cenários acessíveis no mesmo dia.
Anunciar um prazo de resposta curto.
Dar um preço firme desde a primeira troca.
E estar presente num mercado especializado.
As duas vantagens estruturais
Seis elementos a destacar.
Uma luz aproveitável grande parte do ano.
Cenários muito diferentes num raio curto.
Custos de produção mais baixos do que numa grande cidade.
Uma disponibilidade rápida.
Uma concorrência local fraca.
E a capacidade de receber um produto enviado.
O que o turismo compra
Seis formatos frequentes.
Uma apresentação de alojamento.
Um vídeo de atividade ou de visita.
Um conteúdo de reserva para a época.
Um testemunho de visitante.
Um registo de evento.
E uma série de formatos curtos.
Como construir um preço aqui
Seis linhas a fazer constar.
A preparação e o reconhecimento.
O meio dia ou o dia de rodagem.
O número de formatos entregues.
O número de correções incluídas.
A linha de direitos, com duração e território.
E a opção de uma versão legendada.
A época não é uma fatalidade
Seis formas de encher os meses fracos.
Visar os produtores alimentares.
Vender os conteúdos de época com antecedência.
Propor remontagens de material existente.
Filmar no interior quando a cidade está calma.
Trabalhar para clientes de fora.
E preparar as campanhas de primavera.
O que encomenda uma capital do sul
| O comprador | A sua encomenda tipo | A sua restrição |
|---|---|---|
| Um produtor agroalimentar | A colheita e a transformação | A época dos citrinos |
| Um alojamento do centro | O quarto e a rua | Um orçamento apertado |
| Um comércio de mercado | A banca e a troca | O acordo das bancas vizinhas |
O que exige filmar num mercado
Um acordo claro antes de tirar a câmara. Os comerciantes vizinhos aparecem no enquadramento, e uma filmagem comercial sem o acordo deles transforma-se depressa num incidente em vez de numa boa sequência.
O que obriga a fazer a luz do sul
Filmar cedo e tarde. Entre as onze e as quatro, os contrastes esmagam os rostos, e nenhum ajuste corrige o que a posição do sol faz a uma pele no exterior.
O que a plataforma traz
Na UGC MATCH, a inscrição é gratuita e sem assinatura: declara as suas línguas, fica visível por categoria e por país, o que o torna precisamente encontrável por marcas que não são daqui, e a encomenda guarda o rasto do briefing e da entrega. A marca paga na encomenda, os fundos não são libertados de imediato, e o pagamento sai na validação. A plataforma retém 10% do preço do lado do criador, que fica com 90%, e cobra à marca uma taxa de serviço de 6%, com um mínimo de 1,50 EUR.
Uma última referência: pare de contar as empresas da sua rua. Conte as marcas que precisam daquilo que a sua rua parece ser.



