Os direitos de uso decidem quanto um vídeo vale, e no Canadá carregam duas perguntas extras: quais idiomas a licença cobre e se ela cobre tanto a campanha em inglês quanto a francesa.

As três coisas que toda licença precisa nomear

Canais, território e duração. Um vídeo para o feed da marca não é a mesma licença que um para publicidade paga, e doze meses não é o mesmo preço que perpétuo. Se um orçamento não separa esses elementos, ele não pode ser comparado com outro.

A cláusula de idioma

Se o criador entrega só inglês mas a marca depois dubla ou legenda para o Quebec, trata-se de um uso da performance dele num mercado que o acordo original talvez não cobrisse. Nomeie os dois idiomas na licença, ou diga explicitamente que a adaptação é permitida.

A questão provincial

O território normalmente se escreve Canadá, e está certo. Passa a exigir precisão quando a marca também quer veicular nos Estados Unidos, já que um criador que orçou uma campanha canadense não orçou um mercado dez vezes maior.

A renovação é a linha esquecida

Uma licença de doze meses comprada em novembro vence em novembro, normalmente na semana antes de a marca mais precisar do vídeo. Anote o vencimento no mesmo calendário onde ficam as campanhas, e renove antes do pico e não durante.

O que um criador pode recusar com razão

Direitos perpétuos mundiais pelo preço de um vídeo, o uso do rosto dele num contexto não combinado e a revenda do material a terceiros. São recusas normais, não comportamento difícil, e uma marca que insiste está comprando um litígio.

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Perguntas frequentes

O que uma licença precisa nomear?

Canais, território e duração.

A licença cobre uma versão dublada?

Só se a adaptação estiver nomeada.

Canadá basta como território?

Basta, exceto se veicular nos Estados Unidos.

Que linha é esquecida?

A data de vencimento e a renovação.