Quase toda marca alemã tenta primeiro internamente. É compreensível, mas a conta que sustenta isso considera o custo do criador e deixa de fora as próprias horas.

O custo por hora interno que ninguém conta

Um vídeo UGC exige conceito, gravação, edição, legendas e revisões: de três a cinco horas se a pessoa souber fazer. Se essas horas vêm do marketing, o vídeo não é grátis, é o mais caro do seu acervo, e o trabalho real daquela pessoa ficou por fazer.

Por que o UGC interno soa corporativo

Quem trabalha na empresa conhece bem demais o produto e usa a linguagem da casa. Defendem-se características, pulam-se fraquezas, copiam-se fórmulas do catálogo. O público reconhece esse tom mesmo quando foi gravado com celular numa cozinha, e na Alemanha responde com desconfiança em vez de interesse.

Quando o interno ainda é o certo

  • Processo e origem: como se produz, como se envia, quem está por trás.
  • Recrutamento: ali os funcionários são exatamente o rosto certo.
  • Respostas rápidas a dúvidas recorrentes de clientes.
  • Quando já existe uma pessoa de vídeo contratada e as horas ocorrem de qualquer forma.

Quando a escolha deixa de existir

Assim que você veicula anúncios. Aí são precisas variantes, rostos diferentes e um ritmo que nenhum departamento de marketing sustenta em paralelo. A partir daí o criador externo não é mais uma alternativa, é a única opção que cobre a necessidade.

A divisão limpa

Interno para a voz da empresa, externo para a voz do cliente. Dois registros, e o público os separa sem esforço.

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Perguntas frequentes

Quanto tempo custa um vídeo interno?

De três a cinco horas por peça.

Por que soa publicitário?

Porque a linguagem da empresa vem junto.

Quando gravar internamente?

Processo, recrutamento, respostas rápidas.

Quando o externo é obrigatório?

Assim que se precisa de volume para anúncios.