Medir o retorno do UGC é mais difícil do que os painéis sugerem, porque o mesmo vídeo age em vários lugares: nos anúncios, na página de produto, nos emails. A atribuição o joga em um único canal e erra quase sempre.

Os três números que realmente contam

  1. O custo por aquisição da campanha que usa o vídeo, comparado com a mesma campanha antes. Comparação imperfeita, mas legível.
  2. A taxa de conversão da página de produto com e sem vídeo, medida por pelo menos duas semanas de cada lado.
  3. O custo do conteúdo dividido pelas aquisições no período em que rodou. Se um vídeo de algumas centenas de euros acompanhou centenas de pedidos, a pergunta do retorno deixa de ser interessante.

Por que a atribuição mente

Alguém vê o vídeo no TikTok, busca a marca no Google dois dias depois e compra. O painel dá a venda à busca. Não é erro técnico, é o limite do modelo. Por isso a comparação antes e depois num período inteiro é mais confiável que a atribuição por canal.

O teste mais simples que funciona

Mova uma única variável. Duas semanas com o criativo antigo, duas com o novo, mesmo orçamento, mesma oferta, mesmo público. A diferença de custo por aquisição é o seu dado, e é mais sólido que qualquer modelo.

Um erro comum na Itália

Julgar um vídeo pelas curtidas. Um conteúdo publicitário eficaz costuma ter comentários medianos e vendas ótimas, porque não é feito para agradar e sim para fazer comprar. As duas métricas não são correlacionadas.

O custo que ninguém conta

O tempo interno. Briefing, aprovações, revisões e subida custam mais que o próprio vídeo em muitas empresas italianas. Reduzir rodadas de aprovação costuma ser a alavanca de retorno mais forte disponível.

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Perguntas frequentes

Qual métrica olhar primeiro?

O custo por aquisição, antes e depois.

Curtidas contam?

Não, não se correlacionam com vendas.

Quanto dura um teste válido?

Duas semanas por variante.

Como medir o efeito na página?

Comparando a conversão com e sem vídeo.