Em construção e reforma o comprador argentino poupa durante meses para comprar de uma vez só. Quando finalmente decide, não busca inspiração, busca não errar numa compra que não pode repetir.

Vende-se durabilidade, não estética

As fotos de ambientes prontos servem para sonhar, não para decidir. O que decide é como o material se comporta em dois anos: se mancha, se risca, se desbota, se incha com umidade. Esse conteúdo quase não existe e é o que o comprador procura.

O preço em dólares condiciona o discurso

Muitos materiais seguem o dólar, então o vídeo não deveria dizer o preço. Pode dizer o rendimento por metro quadrado, quanto se precisa para um ambiente e quanto dura. Isso permite comparar sem ficar desatualizado em duas semanas.

Quem compra de verdade

Às vezes o dono, às vezes o mestre de obras ou o instalador. São dois públicos com critérios diferentes: um olha o resultado, o outro olha se é fácil de aplicar e se não vai dar problema. Um vídeo para cada um rende mais que um misturado.

A instalação é o conteúdo mais valioso

Um vídeo mostrando como se aplica, com as mãos de quem faz isso todo dia, serve ao instalador, tranquiliza o dono e reduz reclamações por má aplicação. É conteúdo de vida longa, que fica na página e no suporte por anos.

Sazonalidade e janela de compra

Compra-se forte quando entra o aguinaldo e na primavera, antes do calor. Produzir em abril e em setembro permite chegar a essas duas janelas com material próprio em vez de reciclar catálogo do fabricante.

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Perguntas frequentes

Que argumento decide a compra?

A durabilidade em dois anos.

Diz-se o preço no vídeo?

Não, melhor rendimento e duração.

Com quem eu falo?

Com o dono e com o instalador, separadamente.

Quando produzir?

Em abril e em setembro.