O dia 10 de maio é fixo. Não se desloca para o domingo mais próximo, e só esse dado dá forma a toda a campanha: a compra se comprime nos dias imediatamente anteriores, caia no dia da semana que cair.

A data não se move

Um Dia das Mães numa quarta ainda concentra o gasto na segunda e na terça. Os prazos de entrega precisam contemplar um pico no meio da semana, e uma campanha construída sobre a suposição de fim de semana vai chegar na hora errada.

É um dos dias de maior gasto do ano

No México a data pesa comercialmente muito mais que em muitos outros mercados. Restaurantes, flores, presentes, joalheria, eletrodomésticos e telefones atingem o pico, e o público está comprando para outra pessoa e não para si.

O comprador não é quem recebe

Tudo muda no vídeo quando quem assiste está escolhendo um presente. Essa pessoa precisa saber que vai chegar a tempo, que dá para embrulhar, que dá para trocar e que não vai deixá-la mal. Mostre isso, não as características do produto.

Evite a ideia única de mãe

As famílias mexicanas são variadas, e a versão da maternidade que quase toda publicidade mostra exclui a maior parte do público. Escalar vários criadores de idades e situações familiares diferentes não é aqui um gesto de diversidade, é uma melhora comercial direta.

Comece duas semanas antes

A busca começa no fim de abril e a compra faz pico nos últimos três dias. Conteúdo publicado em 9 de maio chega depois da decisão, e conteúdo publicado em 10 chega depois da venda.

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Perguntas frequentes

A data se move?

Não, é sempre 10 de maio.

Quem é o público?

Quem compra o presente, não quem recebe.

O que essa pessoa precisa saber?

Data de chegada, embrulho e trocas.

Quando começar?

Cerca de duas semanas antes.