O México tem uma população grande que ainda não confia em aplicativos financeiros, e nenhum orçamento publicitário muda isso sozinho. O vídeo de criador funciona ali porque a confiança se transmite entre pessoas de um jeito que não se transmite a partir de uma marca.

A objeção não é o produto, é o medo

As pessoas não estão confusas sobre o que um app de pagamento faz. Elas temem perder dinheiro, não conseguir falar com um humano ou ter a conta congelada. Um vídeo que não fala desses medos está respondendo uma pergunta que ninguém fez.

Mostre a tela, devagar

O cadastro, a primeira transferência, onde o dinheiro aparece, como é a confirmação. Um produto financeiro é comprado na crença de que nada surpreendente vai acontecer, e a única forma de provar isso é mostrar a sequência chata inteira.

Use alguém que era cético

Um criador que diz que não confiava nesse tipo de app e explica o que mudou a cabeça dele convence muito mais que um entusiasta. O ceticismo dito em voz alta é o que converte um espectador cético.

Os textos regulatórios não são opcionais

As regras de promoção financeira exigem avisos específicos e as plataformas ainda aplicam restrições próprias. Dê ao criador a redação conforme e confira o corte final antes de rodar, porque uma derrubada no meio da campanha custa mais que a revisão.

O dinheiro em espécie ainda é o concorrente

Para boa parte do mercado a alternativa não é outro app, é dinheiro físico e a loja da esquina. Enquadre o benefício contra essa realidade e não contra um produto concorrente que o espectador também nunca usou.

Para continuar lendo

Encontre criadores para sua campanha →


Perguntas frequentes

Qual é a objeção real?

O medo de perder dinheiro ou acesso.

O que o vídeo deve mostrar?

A sequência na tela inteira, mesmo chata.

Quem deve apresentar?

Alguém que era cético no começo.

Quem é o concorrente real?

O dinheiro em espécie, não outro app.