O futebol é a categoria com mais emoção disponível do país e também a que tem mais regras sobre o que se pode mostrar. Escudos, nomes, camisas e imagens de jogadores têm dono, e usá-los sem permissão é o problema mais caro desse ramo.

O que tem direitos

O escudo de um clube, o nome oficial, o design da camisa da temporada, a imagem de um jogador e as imagens de partidas. Nada disso se usa sem autorização, mesmo que o criador tenha comprado numa loja. Comprar uma camisa não dá direito de fazer publicidade com ela.

O que dá para fazer

Falar da paixão, do ritual, do pré-jogo, do bairro e da própria experiência como torcedor. Mostrar produto genérico, roupa própria sem identificação oficial e contextos que não dependam de marca alheia. É mais do que parece e não expõe ninguém.

O calendário do torcedor

Lançamento de camisa, clássicos, copas internacionais e início de temporada. São os momentos de atenção máxima, e também quando todas as marcas competem ao mesmo tempo. Produzir antes e publicar no momento exato é a única forma de não ficar soterrado.

Cuidado com o resultado

Uma campanha atrelada a uma partida depende de algo que você não controla. Convém ter as duas versões gravadas ou escolher um ângulo que funcione com qualquer resultado. Publicar conteúdo eufórico depois de uma derrota é um erro que se lembra por muito tempo.

O criador precisa ser torcedor

Nessa categoria se percebe na hora quem acompanha futebol e quem está atuando. Um criador que erra um dado, um nome ou uma história perde credibilidade diante do público mais exigente que existe. Contrate alguém que já falava disso antes da sua campanha.

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Perguntas frequentes

Posso mostrar uma camisa oficial?

Não sem autorização, comprar não dá direitos.

O que se pode contar?

A paixão, o ritual e a experiência própria.

E se o time perder?

Tenha as duas versões ou um ângulo neutro.

Qualquer criador serve?

Não, precisa ser torcedor de verdade.