A Espanha recebe todo ano dezenas de milhões de visitantes que chegam com dinheiro, pouco tempo e nenhuma referência local. Eles decidem onde comer, o que comprar e o que reservar olhando o celular, e quase todo o conteúdo que encontram está em espanhol e pensado para moradores.

Quem pode aproveitar

Não só hotéis. Restaurantes, lojas de bairro, clínicas odontológicas e estéticas, óticas, locadoras de carro e de scooter, escolas de surfe, spas, joalherias, lojas de azeite e de vinho, e qualquer negócio em zona turística que dependa do fluxo.

Também as marcas nacionais que querem vender ao visitante para que o produto vá embora com ele e seja recomprado online do país dele.

Que conteúdo funciona

No idioma do visitante

Inglês primeiro, depois alemão, francês ou holandês conforme a região. Uma versão no idioma do cliente rende mais que cinco em castelhano.

Prático antes de bonito

Como chegar, quanto custa, se precisa reservar, o que está incluído, a que horas a fila é menor.

A dúvida do estrangeiro

Se aceita cartão, se há cardápio no idioma dele, se o horário é o que ele espera. Esses detalhes parecem pequenos e decidem a visita.

O depoimento de alguém como ele

Um visitante contando a experiência converte mais que a marca contando.

O que preparar

Criadores que falem esse idioma de forma natural, não traduzida. É o que separa um vídeo que funciona de um que parece folheto.

Direitos de imagem e autorizações de gravação no local, com clientes fora de quadro ou com consentimento.

E coerência com o que o visitante vai encontrar: se o vídeo mostra um terraço vazio em agosto, a avaliação depois corrige.

O calendário

A alta temporada é anunciada na baixa. O conteúdo de verão se grava na primavera, o de inverno no outono, e as regiões com temporada dividida precisam de dois ciclos.

Para seguir

O visitante não compara marcas, compara clareza. Nosso guia completo de UGC para marcas cobre briefing, direitos de uso e processo.