Vender dentro do feed é diferente de levar tráfego para uma loja. O espectador não está procurando comprar, está assistindo, e todo o trabalho do vídeo é transformar esse olhar numa decisão sem que a pessoa sinta que foi tirada do conteúdo.

Os três primeiros segundos decidem tudo

No social commerce não há landing page para salvar. Se o gancho não funciona, não há clique. A abertura precisa mostrar o produto em uso ou o problema resolvido, nunca o logotipo, nunca a apresentação pessoal, nunca a história da marca.

Duração curta e uma única ideia

De quinze a trinta segundos, com um só argumento. Colocar três benefícios num vídeo de social commerce é a forma mais rápida de nenhum ficar. O que sobra vira outro vídeo, e assim você tem variantes para testar.

O que mata a conversão

O preço que não bate com o vídeo, o estoque esgotado e o frete que não cobre a província do comprador. Nada disso é culpa do conteúdo, e as três coisas derrubam a campanha. Coordene com a logística antes de empurrar um produto, não depois.

O comentário faz parte do produto

Nesse canal, os comentários são onde a venda se fecha ou se perde. Respondê-los rápido e com dados concretos vale tanto quanto o vídeo. E desses comentários saem, de graça, os roteiros dos próximos vídeos.

Conteúdo que parece conteúdo

O que funciona não parece anúncio. Câmera na mão, luz de casa, alguém falando normal. Assim que aparece a estética de publicidade, o espectador troca de vídeo. É o canal onde a produção alta rende menos, não mais.

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Perguntas frequentes

Quanto deve durar?

De quinze a trinta segundos.

Quantos argumentos por vídeo?

Um só, o resto vira outros vídeos.

O que arruína a campanha?

O estoque e o frete, não o conteúdo.

Produção alta compensa?

Não, aqui rende menos.