Em janeiro as cidades argentinas se esvaziam e o litoral se enche. O público não desaparece, se muda, e a marca que continua comunicando encontra menos concorrência e mais tempo de tela por pessoa.

Onde o público está em janeiro

Mar del Plata, a costa atlântica, Córdoba, a cordilheira e o litoral uruguaio concentram milhões de pessoas com tempo livre e o celular na mão. É o mês de maior consumo de conteúdo do ano e o que menos marcas aproveitam, porque a equipe de marketing está de férias.

O consumo muda de categoria

Compra-se menos eletrodoméstico e mais de tudo que se usa ao ar livre: protetor solar, hidratação, roupa leve, mate, caixas térmicas, gastronomia, entretenimento. Os mesmos produtos de sempre precisam de outro ângulo para funcionar nesse contexto.

Gravar em novembro, publicar programado

Se o conteúdo de janeiro for produzido em dezembro, chega tarde e mal. Encomendar em novembro e deixar tudo programado permite que a campanha rode sozinha enquanto a equipe descansa. É a campanha mais fácil do ano para deixar pronta.

Criadores no destino

Um criador que está passando o verão no litoral ou na montanha entrega conteúdo com o contexto real de consumo. Sai mais barato que mandar alguém e parece muito mais verdadeiro. Procurar esse perfil em dezembro, antes de a agenda encher, é a jogada.

Voltar em março com material

Março é o reinício real do ano argentino: volta às aulas, volta ao trabalho, troca de estação. Chegar em primeiro de março com conteúdo novo, gravado em janeiro, é uma das melhores relações entre esforço e resultado do calendário.

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Perguntas frequentes

Em janeiro não se vende?

Vende, e com menos concorrência.

Onde está o público?

No litoral, em Córdoba e na cordilheira.

Quando produzir?

Em novembro, para deixar programado.

Que criador convém?

Um que esteja no destino durante o verão.