Seguro é um produto em que ninguém gosta de pensar, comprado a contragosto e renovado por inércia. Isso faz dele uma das poucas categorias em que a clareza convence mais que qualquer ideia criativa.

O vídeo vende compreensão, não a apólice

A maioria das pessoas não sabe o que a cobertura delas realmente inclui. Um criador que explica com simplicidade o que uma apólice cobre e não cobre, com as palavras de uma pessoa comum, é mais útil que qualquer mensagem sobre tranquilidade.

O medo é o registro errado

A publicidade de seguros recorre por padrão à imagética de catástrofe, e isso faz as pessoas fecharem o vídeo. O que funciona melhor é a versão prática e chata: o que acontece quando você liga, quanto tempo leva um sinistro, se alguém atende.

O sinistro é o momento que importa

Ninguém julga uma seguradora até acionar. Um criador que descreve um sinistro real, incluindo o que foi irritante, é o material mais forte da categoria e o que as marcas mais hesitam em encomendar.

A camada regulatória é real

Produtos financeiros trazem exigências de divulgação e restrições sobre como descrever coberturas, e as províncias regulam seguro separadamente. Forneça uma redação aprovada e revise o corte final, porque uma explicação improvisada de cobertura é um risco genuíno.

O Quebec é de novo um mercado à parte

O seguro é regulado por província e o Quebec tem regime próprio, terminologia própria e obrigações linguísticas próprias. Uma campanha nacional que supõe um único conjunto de regras é uma campanha que não verificou.

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Perguntas frequentes

O que o vídeo vende?

Compreensão, não a apólice em si.

Publicidade de medo funciona?

Raramente, as pessoas fecham.

Qual é o material mais forte?

Uma experiência de sinistro honesta.

A regulação é nacional?

Não, as províncias regulam separadamente.