O tráfego de busca chega diferente do tráfego social: a pessoa já tem uma pergunta formada e está procurando a resposta. Um vídeo de criador que responda essa pergunta exata converte muito melhor que qualquer institucional, e quase ninguém produz pensando assim.

Começar pelo que as pessoas escrevem

Antes de roteirizar, veja que perguntas as pessoas de fato digitam sobre a sua categoria. Não são as que a marca imagina: costumam ser mais concretas e menos elegantes. Essas frases literais viram o título do vídeo e também a primeira linha falada.

Um vídeo por pergunta

Um vídeo que tenta responder cinco perguntas não responde nenhuma. A estrutura que funciona é uma pergunta, uma resposta mostrada, um fechamento curto. Com oito perguntas frequentes você tem oito vídeos e oito portas de entrada diferentes.

Onde colocar

Na página de produto, na página de ajuda, no artigo do blog que responde essa pergunta e como resposta salva no atendimento. O mesmo vídeo serve em quatro lugares e em três deles continua trabalhando meses depois.

A resposta precisa ser útil, não publicitária

Quem busca não quer que lhe vendam, quer resolver algo. Um vídeo que responde de verdade, inclusive dizendo quando o produto não é a melhor opção, gera mais confiança e mais vendas que um que empurra. É contraintuitivo e é o que funciona.

Conteúdo que não envelhece

Diferente de uma campanha, esse material continua útil no ano seguinte. Por isso convém evitar preços, promoções e referências temporais, e negociar direitos de uso longos desde o início. É o conteúdo de melhor retorno no longo prazo e o que menos se produz.

Para continuar lendo

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Perguntas frequentes

De onde tiro os temas?

Das perguntas que as pessoas escrevem.

Quantas perguntas por vídeo?

Uma só.

Posso dizer que o produto não serve para algo?

Pode, gera mais confiança.

Menciono o preço?

Não, para o vídeo não envelhecer.