A pergunta já não é se a IA sabe gerar vídeo. Sabe. A pergunta é o que aquele vídeo consegue vender, e aí a resposta muda muito conforme o que você vende.

O que a IA já faz bem

  • Imagens de produto limpas, fundos, variantes de cor.
  • Locução e legendas, hoje com boa qualidade também em italiano.
  • Remontagens e adaptações de formato a partir de material existente.
  • Testes rápidos de mensagem, antes de investir em produção.

O que ela não sabe vender

A experiência. Um vídeo gerado não usou o produto, não tem uma casa, não tem um motivo para tê-lo comprado. Nas categorias em que a decisão depende de confiança, ou seja suplementos, beleza, serviços, produtos infantis, esse vazio se percebe e as conversões mostram isso.

A questão da transparência

Um conteúdo gerado apresentado como depoimento de uma pessoa real é enganoso, e na Europa publicidade enganosa é um problema jurídico, não estético. Se você usa material gerado de um jeito que possa ser confundido com uma pessoa real, declare. A regra prática: se o espectador se sentiria enganado ao descobrir, precisa ser declarado.

Como combinar sem perder confiança

O modelo que funciona hoje é híbrido: o criador real grava a fala e o uso do produto, a IA produz inserções, variantes de formato, legendas multilíngues e versões por canal. O rosto continua humano, a multiplicação fica barata.

O critério decisivo

Se o vídeo precisa mostrar que alguém confia no produto, é preciso alguém. Se o vídeo precisa mostrar como se usa ou como é feito, a IA pode fazer boa parte do trabalho.

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Perguntas frequentes

A IA substitui os criadores?

Não nas categorias em que a confiança decide.

Precisa declarar o uso de IA?

Se pode ser confundido com uma pessoa real, sim.

Onde a IA ajuda mais?

Inserções, formatos, legendas, testes rápidos.

O melhor modelo hoje?

Híbrido: rosto humano, multiplicação automática.