Uma única boa agência pode mudar um ano inteiro. É o cliente que mais pede, que paga com regularidade e que, uma vez satisfeito, para de procurar em outro lugar.

Como compram as agências italianas

Em pacotes, com briefings estruturados e prazos curtos. Não compram um vídeo, compram uma capacidade: saber que na sexta terão o arquivo, no formato certo, sem precisar cobrar.

O critério principal delas não é criatividade, é confiabilidade. Um criador que sempre entrega no prazo entra na lista de fornecedores e fica anos.

Quanto pagam

Em geral o mesmo que uma marca direta, às vezes um pouco menos, porque aplicam margem ao próprio cliente. Mas pedem com mais frequência, o que torna a renda previsível. Uma relação com uma agência que pede quatro vídeos por mês vale mais que seis clientes pontuais.

O que tentarão conseguir de graça

Vale dizer com clareza, porque acontece: revisões além do previsto, formatos adicionais não combinados, direitos publicitários nunca citados no pedido, prazos encurtados em cima da hora.

A defesa não é recusar tudo, é orçar por linhas: entregável, revisões incluídas, direitos por plataforma e duração, urgência como opção. Um orçamento detalhado torna o extra visível, e o extra é cobrado sem discussão.

Como virar fornecedor fixo

Entregue antes, siga o briefing à risca, acrescente dois ganchos alternativos sem que peçam, e na entrega proponha o próximo trabalho em uma linha. As agências recompram de quem tira trabalho delas, não de quem adiciona.

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Perguntas frequentes

As agências pagam menos?

Às vezes um pouco menos por vídeo, mas pedem muito mais vezes.

Como evitar extras não pagos?

Orçar em linhas separadas, para o extra ficar visível.

Quantas agências são precisas?

Duas ou três ativas bastam para estabilizar o ano.

O que mais importa para elas?

Confiabilidade, antes de criatividade.