O banco de imagens custa uma fração de um vídeo de criador por arquivo e não prova nada. Essa é toda a comparação, e saber de que lado uma campanha está poupa muito orçamento desperdiçado.

Para que o banco realmente serve

Planos de estabelecimento, fundos, conceitos abstratos e tudo aquilo em que não se pede ao espectador para acreditar numa afirmação específica sobre o seu produto. Se você precisa de uma cidade ao entardecer ou de mãos digitando, comprar é mais rápido e barato que filmar.

O que ele não consegue fazer

Mostrar o seu produto. No instante em que o vídeo precisa demonstrar que aquilo funciona, cabe, dura ou se parece com a foto, o banco não tem nada a oferecer. E um espectador que reconhece um clipe visto em outro lugar lê o vídeo inteiro como publicidade, que é exatamente o que o UGC existe para evitar.

A pista canadense

A maior parte do banco é filmada em outro lugar. Neve que se comporta errado, casas que parecem americanas, tomadas que não são as nossas, estações que não batem. Um espectador canadense percebe sem conseguir formular, e o conteúdo soa importado mesmo quando nada específico é identificável.

A divisão honesta de orçamento

Banco para as partes que ninguém julga, criadores para as partes que carregam a afirmação. Uma marca que coloca todo o orçamento em banco comprou um vídeo parecido com o de todo mundo, e uma marca que manda um criador filmar planos de estabelecimento pagou caro por algo que podia licenciar.

O teste

Pergunte se o plano faz uma promessa sobre o seu produto. Se faz, precisa ser real. Se não faz, compre e coloque a economia nos planos que fazem.

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Perguntas frequentes

Para que serve o banco de imagens?

Para fundos e planos que não prometem nada.

Por que ele não pode carregar uma afirmação?

Não prova nada sobre o seu produto.

Qual é a pista canadense?

Neve, casas e estações filmadas em outro lugar.

Como divido o orçamento?

Banco para o neutro, criadores para as promessas.