Dá para viver de UGC sem nunca mostrar o rosto. Mãos, voz e produto cobrem a maioria dos formatos que as marcas compram, e há categorias em que elas até preferem assim.

Que formatos funcionam sem rosto

Demonstração, unboxing, tutorial, gravação de tela, comparativo e voz em off sobre imagens do produto. É metade do catálogo de formatos, e são justamente os que as marcas mais repetem, porque colocam o produto no centro e não a pessoa.

As mãos são o papel principal

Sem rosto, todo o peso está nas mãos: como seguram, como abrem, como hesitam. Unhas limpas, movimentos lentos, sem pressa. Um plano de cima com o produto numa superfície neutra e boa luz resolve noventa por cento desses vídeos.

A voz substitui o rosto

Sem rosto, a voz precisa sustentar a credibilidade. Grave perto, num ambiente sem eco, falando como numa conversa e não como numa leitura. Se você não quiser usar a própria voz, dá para entregar só imagem com legendas, mas se cobra diferente porque a marca precisa resolver a locução.

Quando as marcas preferem

Em categorias reguladas, em produtos técnicos e quando a marca quer reaproveitar o material por anos sem depender de uma pessoa identificável. Também quando planejam dublar o vídeo em outro idioma. Oferecer isso explicitamente no seu perfil abre trabalhos que outros não conseguem pegar.

O que continua a ser combinado

Não aparecer não muda os direitos: combina-se igual onde o vídeo é usado, por quanto tempo e em quais canais. E se em algum plano aparece uma tatuagem, um anel ou parte da sua casa, isso também é informação sua e vale decidir antes de gravar.

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Perguntas frequentes

Dá para trabalhar sem mostrar o rosto?

Dá, metade dos formatos não precisa.

O que substitui o rosto?

As mãos e a voz.

E se eu também não quiser minha voz?

Entrega-se sem locução, com preço diferente.

Os direitos mudam?

Não, combinam-se como sempre.