Quando o criador está em um país e a marca em outro, os cinco pontos de sempre pesam em dobro. Não porque a lei mude, mas porque ninguém vai resolver uma discussão com uma ligação rápida.
Os cinco pontos a colocar por escrito
- Canais. Orgânico nos perfis do criador, orgânico nos seus, mídia paga: três níveis, três preços.
- Prazo. Três, seis ou doze meses. O uso indefinido é cobrado como tal.
- Território. É o ponto que mais importa em espanhol: o mesmo vídeo pode servir na Argentina, no México, na Colômbia e na Espanha, e cada território adicional tem preço.
- Edição. Se você pode recortar, trocar legendas, usar trechos, substituir a locução.
- Consentimento de imagem. Rosto e voz são um direito da pessoa, separado do arquivo.
O que acrescentar quando o criador está no exterior
A lei aplicável e o idioma do acordo
Duas linhas que ninguém escreve e que definem o que acontece se algo der errado.
O meio de pagamento e quem absorve as taxas
Não é detalhe contábil: é a causa mais frequente de uma entrega correta terminar em avaliação ruim.
Os dois erros mais caros
Usar o vídeo depois do vencimento
Aparece quando alguém aponta, e aí já não é negociação.
Comprar sem território definido
Se o acordo diz apenas "uso digital", você vai discutir no dia em que quiser anunciar em outro país, que é justamente o dia em que o vídeo está funcionando.
O que basta
Um documento de duas páginas: o serviço, os cinco pontos, lei aplicável, preço, prazos, revisões.
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Perguntas frequentes
Qual ponto pesa mais?
O território, porque o vídeo serve em vários países.
Precisa de lei aplicável?
Sim, quando as partes estão em países diferentes.
Quem paga as taxas?
Define-se por escrito, antes da entrega.
Um acordo por email basta?
Sim, se trouxer os cinco pontos.



