Uma feira são três dias que podem financiar um ano de conteúdo, ou três dias de fotos soltas que ninguém usa. A diferença não é o orçamento nem a câmera, é alguém ter montado a lista de planos antes de o estande abrir.

Planejar antes, não improvisar no corredor

A lista do que se precisa se escreve uma semana antes: produto em uso, entrevista curta com duas pessoas da equipe, depoimento de um cliente que passa pelo estande, plano geral do local, detalhe do produto. Sem essa lista, filma-se muito e usa-se pouco.

O que mais rende é a entrevista curta

Trinta segundos com alguém da equipe explicando o que a empresa faz, ou com um cliente contando por que compra, valem mais que dez minutos de caminhada. São peças que depois funcionam no site, nas redes e no material comercial o ano todo.

As autorizações e os rostos

Todo mundo que aparece na câmera precisa saber e concordar. Numa feira há muita gente de passagem, e usar o rosto de alguém numa publicidade sem permissão é um problema evitável. Uma autorização escrita simples, assinada na hora, resolve.

Som antes de imagem

Um pavilhão de feira é barulhento. Microfone de lapela, entrevistas num canto afastado do corredor principal e planos de apoio de reserva. Um vídeo com imagem linda e áudio inutilizável não pode ser usado, e numa feira isso se descobre quando o estande já foi desmontado.

Distribuir o material ao longo do ano

Tudo que é publicado na mesma semana da feira se atropela. O eficiente é publicar duas ou três peças no calor da hora e guardar o resto para os meses seguintes, quando não há novidades. É a forma mais barata de ter conteúdo nos meses fracos.

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Perguntas frequentes

O que se prepara antes da feira?

A lista de planos e as entrevistas.

Que formato rende mais?

A entrevista curta com equipe ou cliente.

Preciso de permissão de quem aparece?

Preciso, uma autorização escrita simples.

Publico tudo naquela semana?

Não, distribua pelos meses seguintes.