Escalar a produção de conteúdo na Argentina não é só gravar mais, é montar acordos que sobrevivam às mudanças de preço. Um criador que aceitou uma tarifa em março pode não conseguir sustentá-la em agosto, e essa conversa é melhor ter antes do que no meio do projeto.

Preço em dólares e atualização escrita

A forma mais simples de evitar renegociações desconfortáveis é fixar o valor em dólares e faturar pelo câmbio do dia do pagamento, deixando isso escrito no acordo. Assim as duas partes sabem o que esperar e ninguém fica pagando ou recebendo a menos.

Um grupo fixo vale mais que preço baixo

Três ou quatro criadores que já conhecem seu produto, seu tom e o que não pode ser dito encurtam o briefing e eliminam as revisões. Pague um pouco melhor que a quem chega novo: sai mais barato que reexplicar tudo todo mês.

Quantas peças por mês

Com uma conta de anúncios ativa e vários públicos, quatro a oito peças novas por mês seguram o desempenho sem fadiga. Abaixo disso o custo por resultado sobe sozinho, sem ninguém ter mudado nada.

O que se internaliza

O ângulo, o aprendizado dos testes e a relação com os criadores ficam dentro. A gravação se terceiriza. O erro comum é o contrário: contratar alguém para filmar e continuar improvisando o que dizer.

O sistema mínimo

Uma planilha com os ângulos que funcionaram, um calendário de seis semanas, um briefing modelo que se adapta em dez minutos e nomenclatura clara de arquivos. Com isso, encomendar oito vídeos leva meia hora por mês. Sem isso, leva dois dias.

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Perguntas frequentes

Como evito renegociar todo mês?

Preço em dólares e atualização escrita.

Convém rodar criadores?

Não, melhor um núcleo fixo.

Quantos vídeos por mês?

De quatro a oito com conta ativa.

O que se internaliza primeiro?

O ângulo, não a câmera.