Vancouver apresenta ao criador um problema incomum: a cidade é cheia de gente que trabalha com cinema. Equipes de filmagem, editores, coloristas e operadores de câmera moram aqui, então o nível visual que os clientes esperam é mais alto que em quase qualquer outro lugar do país.

Não compita por acabamento

Você não vai filmar melhor que um mercado formado pela indústria do cinema, e nem é esse o objetivo. O que uma produtora continua sem conseguir vender é alguém que se pareça com o cliente e fale como ele. Fique com o celular, com a voz natural, e que o seu padrão seja a honestidade e não o brilho.

O ar livre e o bem-estar pagam as contas

Roupa técnica, equipamento de trilha e ciclismo, suplementos, ioga e alimentação vegetal são fortes aqui e todos procuram criadores que pratiquem de verdade. Nessa categoria o público detecta um ator em dois segundos, então a prática pesa mais que o alcance.

A chuva é uma variável de produção

A cidade fica cinza e úmida boa parte do ano, e fingir o contrário deixa o conteúdo com cara de importado. A luz difusa cinza favorece o produto: venda isso em vez de se desculpar. Coloque um plano de chuva no orçamento e nunca prometa um exterior ensolarado em data fixa.

O ângulo Ásia-Pacífico

As marcas de Vancouver vendem com frequência para a Ásia e para uma população asiático-canadense importante. Falar cantonês, mandarim, coreano ou japonês é aqui uma vantagem comercial concreta, e o lugar disso é o perfil, não o terceiro email.

Os custos são altos, cobre de acordo

Morar aqui custa mais que em quase todo o Canadá e um espaço de gravação custa ainda mais. Não ajuste a sua tarifa à de um criador de uma cidade mais barata. Cobre o que custa trabalhar aqui, deslocamentos incluídos numa região metropolitana extensa e lenta de atravessar.

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Perguntas frequentes

Vale investir em equipamento melhor?

Não, invista num nicho que você pratica.

Que setores mais contratam?

Ar livre, bem-estar e alimentação vegetal.

Como lido com a chuva?

Vendendo a luz difusa e com uma cláusula.

Idiomas ajudam aqui?

Ajudam, sobretudo os asiáticos.