Quando o orçamento só dá para um, a resposta honesta é que a foto e o vídeo fazem trabalhos diferentes, e que o corte certo depende de onde o seu comprador para hoje.

O que a foto ainda faz melhor

Vender a prateleira e a grade. Uma página de produto, um anúncio de marketplace e uma página de categoria precisam de imagens paradas limpas, e o vídeo não as substitui. A foto também sobrevive ao redimensionamento, ao corte e ao reaproveitamento como o vídeo não sobrevive.

O que só o vídeo consegue fazer

Resolver uma dúvida. Que tamanho tem de verdade, como se move, como abre, que som faz, se cabe num apartamento pequeno. Cada um desses pontos é um motivo para não comprar, e nenhum se resolve com uma imagem parada por melhor que seja.

Onde o comprador para diz o que cortar

Se as pessoas chegam à página e saem sem adicionar ao carrinho, a dúvida não é estética e mais fotos não resolvem. Se as pessoas nunca chegam, o problema está antes e o vídeo publicitário é a alavanca. Olhe onde acontece a queda antes de decidir.

A versão canadense da pergunta

A foto é neutra em idioma, o vídeo não. Uma marca que atende o Quebec paga a versão francesa de cada vídeo e de nenhuma foto. Isso muda de fato a comparação de custos e é um motivo legítimo para manter uma página rica em fotos e colocar o orçamento de vídeo na publicidade.

A divisão pragmática

Foto para a página, vídeo para os anúncios e para as duas ou três dúvidas que mais custam devoluções. Isso cobre os dois trabalhos sem fingir que um formato consegue fazer o do outro.

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Perguntas frequentes

O que a foto faz melhor?

Vender a prateleira e a grade.

O que só o vídeo consegue?

Resolver uma dúvida que trava a compra.

Como decido o que cortar?

Olhando onde o comprador para.

O bilinguismo muda a conta?

Muda, o vídeo pede duas versões e a foto não.