Medir o retorno do UGC já é difícil em qualquer país. Na Argentina soma-se um problema próprio: quando os preços se movem, comparar um mês contra outro deixa de significar algo.

Os três números que sobrevivem

  1. O custo por aquisição dentro da mesma janela. Duas semanas com o criativo antigo, duas com o novo, mesmo orçamento e mesmo público. É a única comparação que não depende de quanto o contexto mudou.
  2. A taxa de conversão da página de produto com e sem vídeo. É um percentual, então a inflação não a afeta.
  3. A margem por pedido, não o faturamento. Com custos em movimento, o faturamento pode crescer enquanto o resultado piora.

Por que a atribuição mente

Alguém vê o vídeo no TikTok, busca a marca dois dias depois e compra. O painel dá a venda à busca. Não é erro técnico, é o limite do modelo, e por isso vale apoiar-se em comparações antes e depois em vez da divisão por canal.

O indicador que quase ninguém usa ali

O custo de um vídeo produzido dividido pelo número de meses em que ele continua funcionando. Um vídeo que rende seis meses custa a sexta parte do que parecia. É a métrica que justifica comprar direitos longos e território amplo desde o início.

O custo que ninguém conta

O tempo interno. Briefing, aprovações e revisões custam mais que o vídeo em muitas empresas. Tirar uma rodada de aprovação melhora o retorno mais que negociar o preço com o criador.

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Perguntas frequentes

Como comparar com preços mudando?

Dentro da mesma janela de tempo.

Qual métrica não é afetada?

A taxa de conversão, porque é um percentual.

Faturamento ou margem?

Margem por pedido.

Curtidas contam?

Não, não se correlacionam com vendas.