Num marketplace, os perfis do topo não são os mais bonitos. São os que respondem rápido e os que facilitam a decisão de quem compra.

O que realmente faz um perfil subir

  1. O tempo de resposta. O sinal mais forte, e na Argentina ele conta dobrado quando o cliente está em outro fuso: responder dentro do dia útil dele é entrar na conversa.
  2. A taxa de conclusão. Trabalhos aceitos e entregues na data.
  3. As avaliações recentes, mais que as avaliações numerosas.
  4. A coerência entre o que você promete e o que entrega.

Os ajustes que quase ninguém mexe

  • As categorias. Duas ou três precisas em vez de todas. Aparecer em tudo é aparecer no fim de tudo.
  • O idioma. Espanhol e inglês. É o que te torna visível para as marcas do exterior, que são as que melhor pagam a partir da Argentina.
  • A disponibilidade. Se estiver lotado, diga. Perder duas semanas de visibilidade custa menos que uma avaliação por atraso.
  • O preço mínimo. Filtra os pedidos que nunca iam fechar.

O primeiro mês conta dobrado

Um perfil novo não tem dados, então a plataforma o mostra com cautela. A saída mais rápida é aceitar dois trabalhos mesmo pequenos, entregar antes da data e pedir a avaliação. Não é estratégia de preço, é estratégia de dados.

O erro típico de preço

Colocar valores muito baixos porque o câmbio te favorece. Isso não traz clientes melhores, traz clientes que também vão discutir escopo e prazos. Cobre o valor do trabalho e deixe a vantagem cambial ser a sua margem, não o seu argumento de venda.

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Perguntas frequentes

O que faz um perfil subir?

Resposta rápida, pontualidade, avaliações recentes.

Quantas categorias escolher?

Duas ou três precisas.

Vale cobrar muito barato?

Não, atrai os piores clientes.

O que fazer no primeiro mês?

Dois trabalhos entregues antes e duas avaliações.