O Hot Sale argentino é um evento organizado com data fixa em maio, e isso o torna diferente de uma promoção própria: durante três dias todo o comércio eletrônico do país compete ao mesmo tempo. O desconto não diferencia ninguém porque todo mundo tem um.

O que diferencia já não é o preço

Com milhares de ofertas simultâneas, o comprador não compara percentuais, compara confiança e financiamento. Um vídeo que mostre o produto real, quem está por trás e como chega vale mais que um banner com o número maior. A marca sem rosto perde para a que tem uma pessoa falando.

As parcelas fazem parte do roteiro

Na Argentina a decisão passa por quantas parcelas sem juros existem e com qual banco. Dizer isso no vídeo, com clareza e sem letra miúda, acelera a compra. Omitir obriga o cliente a ir procurar, e muitos não voltam.

Gravar em março

Para chegar em maio com material é preciso encomendar em março. Em abril os bons criadores já estão tomados pelas marcas que planejaram, e o preço sobe. Março ainda permite testar ganchos antes do evento e chegar com os que já funcionaram.

Estoque e promessa de entrega

O dano mais caro do Hot Sale não é vender pouco, é vender o que não se pode entregar. Um vídeo que esclareça prazos reais de envio protege a reputação da marca pelo resto do ano. E a reclamação por descumprimento nessas datas é pública e barulhenta.

O que se guarda para depois

O evento termina e deixa uma base de compradores novos. O conteúdo de pós-venda, de uso e de segunda compra é o que transforma essa base em clientes. Quase ninguém produz, e é a parte que de fato rende no trimestre.

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Perguntas frequentes

Quando gravar?

Em março, não em abril.

O que diferencia se todos dão desconto?

Confiança e parcelas, ditas no vídeo.

O que arruína a campanha?

Vender sem poder entregar no prazo prometido.

O que sempre falta?

O conteúdo de pós-venda depois do evento.