A pergunta certa não é qual das duas vende mais, e sim qual dúvida do cliente fica sem resposta. E na Argentina existe uma dúvida que não aparece em outros mercados: se vale a pena se comprometer em parcelas.

O que a foto faz bem

  • Mostra a forma, a cor e o detalhe do material.
  • É lida em meio segundo, sem som.
  • Serve ao catálogo, aos marketplaces e à vitrine.
  • Custa menos por produto e se atualiza fácil.

O que o vídeo faz bem

  • Mostra o tamanho real, o movimento e o funcionamento.
  • Responde a "como se usa" e a "o que chega na caixa".
  • Dá um rosto e uma voz, e portanto confiança.
  • Funciona em mídia paga, onde a imagem parada já rende pouco.

Por que o parcelamento muda a resposta

Quando se compra em doze parcelas, a pergunta deixa de ser se você consegue pagar e passa a ser se ainda vai servir na última. Uma foto de estúdio não responde a isso: responde um vídeo que mostra o produto após um tempo de uso, ou alguém contando por que continua usando. É o conteúdo menos produzido e o mais necessário.

Qual pesa mais, por categoria

  • Vestuário e calçado: vídeo, por caimento e movimento.
  • Eletrodomésticos e tecnologia: vídeo, por funcionamento e durabilidade.
  • Joias e acessórios pequenos: foto pelo detalhe, vídeo curto pela escala.
  • Alimentos: vídeo, por som e textura.
  • Móveis: ambos, foto pelo estilo, vídeo pelo tamanho real.

Como dividir um orçamento pequeno

Fotos uma vez por ano, bem feitas, porque cobrem o catálogo. Vídeo em fluxo contínuo, porque se desgasta em mídia.

Para continuar lendo

Encontre criadores de UGC na Argentina →


Perguntas frequentes

O que converte mais?

Depende da categoria, o vídeo na maioria.

O que o vídeo acrescenta ali?

Responde à dúvida de durabilidade das parcelas.

Ainda precisa de foto?

Sim, para catálogo e detalhe.

Como divido o orçamento?

Foto uma vez por ano, vídeo contínuo.