Montreal é o único mercado grande da América do Norte em que a língua do conteúdo é regulada por lei. Para um criador isso não é um obstáculo, é a razão pela qual uma marca precisa de alguém no local e não de um criador de Toronto ou de Paris.

O francês não é opcional

Em Quebec a publicidade comercial precisa estar em francês, e o francês deve ocupar pelo menos tanto espaço quanto qualquer outro idioma. Uma marca que chega com uma campanha em inglês precisa produzir a versão francesa. É um trabalho garantido, e você está ao lado dele.

Entregar os dois idiomas, cobrar os dois

O reflexo do iniciante é gravar em francês e dar o inglês de brinde. São duas entregas, duas tomadas, dois arquivos de legenda. Cobre como tal, deixando claro no orçamento que o segundo idioma é uma peça distinta e não uma variante.

Não é o francês da França

Uma marca quebequense reconhece um sotaque de Paris na hora, e o público dela também. Se você vem de outro lugar não é eliminatório, mas o vocabulário cotidiano precisa mudar. Uma marca que vende em Laval não quer um roteiro escrito para Lyon.

Os setores que contratam

Videogames e efeitos visuais, alimentação e cervejarias artesanais, moda local, beleza e um tecido denso de start-ups de tecnologia. Somam-se as agências, numerosas aqui, que terceirizam a produção de conteúdo em vez de internalizar.

A estação muda tudo

De novembro a março, o exterior quase não é praticável para gravar produto. Os criadores que funcionam têm um canto interno caprichado, luz artificial controlada e um discurso claro sobre isso nas propostas. O conteúdo externo se grava em setembro para ir ao ar em janeiro.

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Perguntas frequentes

Preciso falar francês para trabalhar em Montreal?

Para a maioria dos trabalhos, sim.

A versão em inglês está incluída?

Não, é uma entrega separada e se cobra.

O sotaque quebequense importa?

Para o mercado local ajuda muito.

Como lido com o inverno?

Um canto interno caprichado e exteriores gravados em setembro.