Os clientes americanos são a maior oportunidade disponível para um criador canadense, e o lado administrativo é mais simples do que a maioria teme depois de montado.

Cote na moeda do cliente

Um cliente americano pensa em dólares americanos, e comparar o seu orçamento com um fornecedor local fica mais fácil para ele se você cotar na moeda dele. Nomeie a moeda explicitamente no orçamento, na fatura e na conversa, porque a diferença de câmbio é dinheiro real.

Serviços exportados costumam ter tratamento diferente para o imposto de venda

O tratamento fiscal de serviços prestados a um cliente não residente em geral não é o mesmo que para um cliente nacional. Peça a um contador para confirmar uma vez como o seu trabalho específico é tratado, e depois aplique o mesmo tratamento de forma constante.

Espere que peçam um formulário fiscal

As empresas americanas costumam pedir a fornecedores estrangeiros um formulário que estabeleça a condição deles, para não reter na fonte. É papelada de rotina e não um sinal de alerta, e ter isso pronto faz você parecer alguém que já fez isso antes.

O dinheiro chega de várias formas possíveis

Transferência internacional, plataforma de pagamento, ou intermediário que converte antes de depositar. Cada um tem taxas, prazos e câmbio diferentes. Compare uma vez em vez de aceitar o que o primeiro cliente por acaso usava.

Cote acima do nacional e abaixo do americano

A lógica comercial que faz isso funcionar é que você é mais barato que um fornecedor local para eles e mais bem pago que um cliente nacional para você. Converter o seu valor canadense deixa dinheiro na mesa sem nenhum benefício.

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Perguntas frequentes

Em que moeda coto?

Na deles, e nomeie explicitamente.

O imposto é igual na exportação?

Em geral não, confirme uma vez.

Por que pedem um formulário?

Para evitar retenção na fonte.

Como precificar?

Acima do nacional, abaixo do valor local deles.