O LinkedIn é onde os compradores corporativos canadenses realmente estão, e é a única plataforma em que um vídeo corporativo polido rende de forma confiável pior que uma gravação de celular.

O feed castiga o valor de produção

Um vídeo que parece ter custado dinheiro soa como anúncio e é ignorado. Uma pessoa falando para a câmera do celular num escritório, dizendo algo específico, ganha sistematicamente. É a plataforma em que a lógica do UGC se aplica do jeito mais contraintuitivo.

Os funcionários são o canal

Uma publicação vinda de uma pessoa alcança muito mais gente que a mesma publicação de uma página de empresa. A estratégia de vídeo entre empresas mais eficaz no Canadá costuma ser deixar três ou quatro funcionários confortáveis o bastante para publicar, em vez de aperfeiçoar o que a conta da marca publica.

O específico ganha do promocional

Uma observação sobre como algo no seu setor realmente funciona, um erro que você vê clientes cometerem, um número que te surpreendeu. Públicos corporativos se engajam com informação e ignoram posicionamento, e a diferença aparece na primeira linha.

Serve a ciclos de venda longos

Ninguém compra software corporativo a partir de um vídeo. O que o vídeo faz é tornar um nome familiar antes de uma conversa comercial, que é exatamente o trabalho numa categoria em que a decisão leva meses e envolve várias pessoas.

O bilinguismo importa menos ali, mas não nunca

O inglês de negócios é bastante usado em todo o Canadá, incluindo o Quebec, então a pressão é menor que em plataformas de consumo. Para organizações sediadas no Quebec e trabalho próximo ao setor público, o francês continua esperado e não opcional.

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Perguntas frequentes

Valor de produção ajuda ali?

Não, rende pior de forma confiável.

Quem deve publicar?

Os funcionários, mais que a página da empresa.

Que conteúdo funciona?

Observações específicas, não posicionamento.

O francês é necessário?

Menos que em outros lugares, mas não nunca.