Um micro influenciador e um criador de UGC costumam ser a mesma pessoa, e é exatamente por isso que as marcas pagam demais. A confusão não é sobre quem é, é sobre qual dos dois serviços você está comprando.

Os dois serviços

Como micro influenciador, a pessoa publica na conta dela e você aluga a atenção da audiência dela. Como criador de UGC, ela te entrega um arquivo e quem publica é você. Mesma câmera, mesmo rosto, transação completamente diferente e base de preço completamente diferente.

Onde o dinheiro vaza

Uma marca que paga tarifas de micro influência e depois também veicula o vídeo como anúncio pagou alcance e levou conteúdo, muitas vezes sem a licença para isso. Ao contrário, uma marca que paga tarifas de UGC esperando que o criador publique está pedindo um acesso a audiência que não comprou.

O que escrever no acordo

Duas linhas: o que é entregue a você e o que é publicado na conta dele. Depois orce cada uma separadamente. Se só uma se aplica, diga explicitamente para ninguém supor que a outra estava incluída.

A complicação canadense

Um micro influenciador com audiência quebequense e um criador de UGC bilíngue são duas buscas diferentes. Um criador pode gravar a sua versão em francês sem ter nenhuma audiência francófona, e tudo bem, porque você está comprando o arquivo. Confundir as duas coisas manda as marcas atrás de uma raridade de que não precisam.

Qual comprar primeiro

Compre o conteúdo. É o que você pode testar, reaproveitar, adaptar e veicular como publicidade. O acesso à audiência vale ser somado depois que você sabe qual mensagem funciona, senão está alugando atenção para uma mensagem não validada.

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Perguntas frequentes

São a mesma pessoa?

Muitas vezes sim, mas dois serviços diferentes.

Onde o dinheiro vaza?

Pagando alcance e levando conteúdo sem licença.

O que vai no acordo?

O que é entregue e o que é publicado, orçados à parte.

Qual compro primeiro?

O conteúdo, depois a audiência se precisar.